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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Aos teus silêncios



(aos teus silêncios, como sempre).



Ao teu silêncio que tanto tira minha concentração
- Igual a compasso ritmado, ritmar abafado
Que foi se perdendo da minha mente, em pulsação -
Deixo esses versos torpes, meu grito martirizado.

Aos teus silêncios, nada (e tudo) tenho a dizer.
Portanto me calo e noto sem querer
Teu silêncio das músicas a mais bela - é poesia.
Teu silêncio é triste, é dor, é melancolia.

Teus silêncios ouço contemplativo
E pelo amor e agonia que sou afligido
Rompo-os com paixão gritante,
Que num rompante
Preenche todo o meu ser.

Aos teus silêncios que tanto confidencio
Desejo apenas que sejam preenchidos.
Preenchidos pelo corpo meu
Junto ao seu num dia frio. 


Comentários
4 Comentários

4 comentários:

Larissa Ribeiro disse...

Gil, que coisa mais linda!
Sempre que comento, não gosto tanto de falar de 'termos técnicos', gosto de falar sobre o quanto o texto mexe comigo. E com esse... Arrasou, cara
<3

Gilson Santiago disse...

Obrigado, Lari. Gostei muito de escrever esse. <3

Mari amaral disse...

Giiiiiil que coisa linda! Você sempre escrevendo divinamente *-* parabéns meu amor, que continue assim e só melhore! <33 love u beib!

Gilson Santiago disse...

Obrigado, Mari. É muito bom ler isso vindo de você. Muito obrigado mesmo! <333