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terça-feira, 25 de junho de 2013

O quase-poema

Tenho passado noites acordado
Pensando em escrever
Mas quem dera a mim, este pobre coitado
A mim não cabe a prepotência de querer saber
Como, de verdade, o fazer.

A mim couberam dias que se passaram
Parecendo não passar
E pensamentos, que à noite vem
Forçando-me a acordar.

Não pude deixar de pensar em ti
E me perdoe por isso
Se em algum momento prometi que não o faria

Mas a vida seguiu – Sim! E mudou! –
O céu não mudou de cor,
E a terra de girar não parou,
Mas ainda assim a vida mudou – Ela tinha que mudar!

Espero que não se importe que você eu tenha posto em versos,
Nem se incomode em se importar,
Isto aqui nem mesmo é sobre você,
Desculpe-me se assim te fiz pensar.

É um "quase-poema",
E é apenas sobre mim,

E sobre a minha vida quando você não nela está.
Comentários
2 Comentários

2 comentários:

Huirian Suzin disse...

atire a primeira pedra quem nunca usou uma música... ou que pelo menos se insiprou em uma, tá lindo.

Ariel Moreira disse...

"A música é capaz de reproduzir, em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria." Obrigado, Huirian :)