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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

49,8 tons de amalero: a paródia daquele livro que você sabe qual é



Hei, pessoal! Novidade na Decadência, haha. Resolvi fazer uma paródia de 50 tons de Cinza e o Vitor concordou em se juntar a mim nessa.

Se você é um fã da trilogia, leve na esportiva. Se não leu, não tem problema... embora não vá ter tanta graça assim rs.

Deixamos claro que se trata de uma obra satírica, não endereçada a nenhuma pessoa em particular, e que seu objetivo é divertir, e não ofender.









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 Sinopse


Quando Anabela Swing Style faz uma entrevista ao jovem político Edward Yellow, percebe que ele é um homem cintilante e dominador. Inocente e com puberdade tardia, Anabela percebe que suas pupilas estavam dilatadas, seu sangue bombeava mais animadamente, o que a deixava mais propícia a corar. Ora, ela não tinha olhos para mais ninguém naquela sala vazia.
Atrás da fachada de político, porém, Ana descobre seu lado oculto. Falcatruas, corrupção, lavagem de dinheiro... e o mais importante: uma estranha compulsão em colecionar controles.











Capítulo 1 – Entrevistando o prefeito


Como todo romance escrito em primeira pessoa por uma autora inexperiente, preciso de uma desculpa para descrever minha própria aparência. Olho, então, para o meu reflexo na janela de um carro qualquer na rua.

Sou um menino de doze anos, com sardas e olhos castanhos. Meus cabelos são cacheados e a expressão em meu rosto é curiosa.

– Oi – diz meu reflexo. Assusto-me.

– Como você pode falar? Seus movimentos são estão sincronizados aos meus.

– O quê?

– Trate de me seguir! Vamos! Não quero que meu reflexo resolva se rebelar. Vamos! Vamos! Grite como eu! – berrei, usando frases imperativas.

– Feche a janela, querido, não queremos que os malucos da rua machuquem você.

De onde vinha essa voz? Olhei ao redor, mas não vi ninguém.

– Ok, mãe – disse meu reflexo e um vidro começou a separar-me dele.

– Não! – gritei, usando uma frase negativa. Mas no segundo seguinte, eu já não via mais meu reflexo de garoto, e sim uma adolescente de mais ou menos dezessete anos, cabelos lisos e castanhos e olhos claros e puros. E o melhor: ela me obedecia agora.

Sorri para a garota. Ela sorriu de volta para mim.

Bem melhor.

Comecei então a repetir o mantra: eu não devo dormir com o cabelo molhado.

O som da voz da minha amiga Cátia chegou aos meus ouvidos, despertando-me de meus devaneios.
– Anabela! Vamos! Você tem que fazer os meus deveres de casa.

Cátia era realmente adorável. Além de me proporcionar a honra de me deixar ser amiga dela, ainda me deixa pagar o aluguel e fazer os deveres de casa dela. Isso é um sinal de muita confiança e eu me sinto honrada. E o melhor: hoje é o dia de minha promoção. Também vou poder trabalhar para ela!

– Estou indo, Cátia!

Chegamos à esquina de nossa casa. Morávamos no subúrbio do Parque do Sul. Ficava perto de Ilha Longa.

– Você vai pra Ilha Longa entrevistar o prefeito de lá.

– Porque vou entrevistar o prefeito de lá? – perguntei, com uma frase interrogativa.

– Pare de me fazer perguntas, sua cadela!

Fui, então, para Ilha Longa. Dirigi no carro da minha amiga, o que me faz pensar que devo ter carteira de habilitação. Enquanto dirigia, cantava animadamente músicas da Rihanna e segurava uma plaquinha onde se lia:

RIHANNA E CHIS BROWN,
AMOR DE VERDADE


Naturalmente, cheguei a Ilha Longa. Não quero mais ficar repetindo Ilha Longa. Vou traduzir para o inglês. A prefeitura de Long Island era muito bonita. Era um prédio muito bonito. E eu estava em uma ilha do estado de New York.

Perguntei-me onde era mesmo Parque do Sul. Se era realmente perto. Resolvi que era melhor manter este conceito.

Quando entrei na prefeitura, fui atendida por mulheres muito eficientes que me ofereciam água. Uma dessas pessoas tentou enfiar a minha cabeça em um barril, mas disse que não estava com sede e me esquivei de seu abraço apertado e das Algemas da Amizade que ela queria prender em mim.

– Vocês são Oompa-Loompas? – perguntei, assumindo uma expressão intrigada no rosto.

– Não – disse uma simpática mulher que afiava uma faca. – Somos o exército Maria da Penha. Você veio falar com o prefeito. Você é amiga dele. Você deve morrer. Salve sua vida: junte-se a nós.

Não gostei dela. Muito simpática. Pessoas que me tratam bem geralmente são desagradáveis.

– Não vou me juntar a você – falei, com desprezo. Ouvi o ranger de uma porta atrás de mim. Virei-me e vi o prefeito.

– O que está havendo aqui? – perguntou. Depois, virou-se para mim. – Quem é você, sua puta?

E eu naquele momento, eu soube que era amor.







E o próximo capítulo de Dragon Ball Z 49,8 tons de Amalero, será...


O prefeito é perfeito.

"Seus cabelos eram castanhos como o pelo de cavalos castanhos de raça, seus dentes eram brancos, como os dente de cavalos de raça e ele era viril como cavalos de raça."


Não percam!



Sobre a Autora:
Érica PradoÉrica Prado Lúthien Tinúviel 3.0 tem 17 anos, gosta de coisas fáceis tipo miojo, física, literatura e mudar o mundo.


Sobre o Autor:
Vitor VallombrosoAnjo decadente e Tecladista Insensato, é popularmente conhecido como Texugo, tem como principais passatempos queimar formigas e otakus com lupas,montar tigres albinos e fumar LSD. Vagabundo, mestre pokemon e nas horas vagas, astronauta..



Comentários
1 Comentários

Um comentário:

Clara Beatriz disse...

kkkkkkkkkk achei a paródia bem engraçada, mas ainda não li a trilogia!